Transposição Corporal

O que é o Transposição Corporal?

A transposição corporal é o ato de não apenas entender, mas superar o estado atual do corpo. Parto da visão do corpo como sujeito dentro em uma realidade não situacional, mas histórica e geográfica.

A proposta é interdisciplinar, buscando também destrinchar os processos da prática artística.

Seu desenvolvimento é dividido em cinco componentes. Esses são abordados de forma não sequencial, mas concomitante e organizada em um cronograma de estudo, formação e treinamento.

Os componentes que compõe o curso são: oficinas (c1), ciclo de estudos físicos (c2), preparações físicas (c4), laboratórios de experimentação (c4) e apresentação de processo (c5).

O curso se tem duração de 28 horas, distribuídas em sete encontros de quatro horas, entretanto o modelo pode ser revisto pela demanda do contratante.

Objetivos do curso

-> Oferecer aprimoramento artístico, mas também estudar relações estruturais da comunicação pelas expressões cênicas e performáticas.

-> Trabalhar técnicas artísticas que enfatizem a expressão corporal e dessa forma reafirmar a possibilidade da criação artística usando apenas da técnica e expressão corporais.

Para quem ofereço cursos como o Transposição Corporal?

Transposição Corporal é um curso que ofereço para universidades, escolas, pontos de cultura e instituições que se interessem pelo fazer artístico.

Embora costume oferecer cursos para instituições eu os ofereço, também, para grupos interessados. Sendo assim posso atender caso você e seus amigos desejem experimentar a prática teatral e performática de forma personalizada!

Você pode saber mais sobre minha trajetória e entrar em contato comigo! Além disso pode consultar alguns dos meus trabalhos ou, se preferir, outros cursos que ofereço.

Referencial Teórico do Curso

Peter Brook (1925): O Espaço vazio abre comparativas entre o que seriam as quatro grandes categorias do estudo teatral para o autor, essas comparativas não só me interessam, mas também reforçam meus estímulos artísticos.

Augusto Boal (1931 – 2009): Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas são referência não só na contextualização de um teatro participativo e político, mas também no exercício de um teatro descentralizado, urbano e periférico.

Yoshi Oida (1933): as técnicas de lugaridade do asiático são consultas constantes em minhas pesquisas.

Jerzy Grotowski (1933 – 1999): a jornada do diretor em busca do Teatro Pobre não é apenas ideológica, mas vai além! Os estímulos físicos propostos enfatizam não só o primor das ações físicas, mas a valorização das potências corporais do artista.

Eugênio Barba (1936): a Antropologia Teatral, conceito criado por Eugênio Barba, é não só a valorização, mas a evolução natural de Brecht. Seus trabalhos me levam a perceber, mas também a questionar, a potência do corpo em uma realidade globalizada.

Marina Abramovic (1946): sua poética em Artist Body: Performances é uma de minhas maiores inspirações na filosofia da arte. Sua visão de performance como a arte é reforço importantíssimo na construção de rituais artísticos.

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